sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Em 2213


Em 2213 o mundo estava muito, diferente parecia que era outro planeta. Eu gostava que no futuro houvesse, carros voadores, Zumbis a comer as pessoas, pássaros que falavam, árvores que andassem, que houvesse mais dinheiro. Que tivéssemos uma pulseira electrónica em que se metia lá uma pene e ficássemos a saber tudo, que não existisse escola. Que houvesse muito trabalho, que só existisse o verão, que houvesse dinossauros sem patas.
Que houvesse casas assombradas, que pudéssemos ir aos outros planetas de carro. Os seres humanos tivessem asas para poderem voar ate as nuvens e andassem por cima das nuvens.
Poderia existir mais robôs, o tempo parava, casa de banho portátil. Tapetes voadores, que houvesse mais tecnologia, fazer órgão em laboratórios. Os nossos olhos serem um espelho, carros só de uma roda, carros só de duas rodas, que fossemos voadores, portais mágicos.
Curas para todas as doenças, que houvesse uma varinha mágica para voltar ao tempo atrás, o tempo parava, que as coisas todas fossem grande que houvesse cadeiras de ferro, que houvesse só comida como bife com batatas fritas, que nunca engordasse-mos, que houvesse naves espaciais, novas estrelas, que houvesse computadores fico-ses que só dessem para mexer com o dedo.