sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Em 2213


Em 2213 o mundo estava muito, diferente parecia que era outro planeta. Eu gostava que no futuro houvesse, carros voadores, Zumbis a comer as pessoas, pássaros que falavam, árvores que andassem, que houvesse mais dinheiro. Que tivéssemos uma pulseira electrónica em que se metia lá uma pene e ficássemos a saber tudo, que não existisse escola. Que houvesse muito trabalho, que só existisse o verão, que houvesse dinossauros sem patas.
Que houvesse casas assombradas, que pudéssemos ir aos outros planetas de carro. Os seres humanos tivessem asas para poderem voar ate as nuvens e andassem por cima das nuvens.
Poderia existir mais robôs, o tempo parava, casa de banho portátil. Tapetes voadores, que houvesse mais tecnologia, fazer órgão em laboratórios. Os nossos olhos serem um espelho, carros só de uma roda, carros só de duas rodas, que fossemos voadores, portais mágicos.
Curas para todas as doenças, que houvesse uma varinha mágica para voltar ao tempo atrás, o tempo parava, que as coisas todas fossem grande que houvesse cadeiras de ferro, que houvesse só comida como bife com batatas fritas, que nunca engordasse-mos, que houvesse naves espaciais, novas estrelas, que houvesse computadores fico-ses que só dessem para mexer com o dedo.


sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Eu no meu 2ºciclo


Eu no meu segundo ciclo estive muitas boas notas portava-me mais ou menos, íamos a muitas visitas de estudo.
No sexto ano, portava-me muito mal eu e os meus outros colegas fazia-mos guerra de água no final de ano.
No carnaval íamos todos aos chineses comprar tintas para o cabelo, pintávamo-nos todos parecíamos uns palhaços.
Passamos muitos bons tempos juntos, entretanto uns grandes amigos nossos foram para Grândola, que pena.
No quinto ano era tudo diferente do que na escola primária, fizemos amigos novos e conhecemos pessoas novas. Estranhei muito com a nova matéria e com os novos professores parecia que estava noutro polaneta.
 
 
 
 
 
 
 
 
 

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

A CASA MIRROU

Quando entrei, quase não consegui passar na porta. A casa mirrou.
Tudo o que estava dentro da casa encolheu até a própria casa encolheu, não dava para fazer nada porque tudo era tão pequenino queria-me vestir não conseguia porque era tudo muito pequeno
E para me vestir tinha que me por de corcaras, para poder tomar banho tinha que estar toda encolhida, faço esta pergunta.
- Como é que é possível isto tudo ter mirrado em tão pouco tempo e quando é que isto volta ao normal?
- Será que há alguém que me consiga me responder a esta pergunta?
- Será que o telhado desceu de vez, não consigo compreender como isto aconteceu?
-  Talvez um dia alguém me poderá explicar isto tudo melhor!
sa mirrou.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

A roupa estava toda colorida


Naquele dia quis vestir as minhas calças, mas elas não quiseram. Toda a minha roupa ganhou vida e tudo ficou mais colorido, até ficava mais bonito. Quando a vesti no meu dia de anos que foi dia 9 de Novembro a minha roupa parecia estar muito alegre.
Porque eu fazia anos a noite ate custava a despir porque até a minha própria roupa estava muito feliz e muito colorida. Enfim era tudo muito giro e muito engraçado, quando fui ao café todas as pessoas ficaram impressionadas. A minha roupa estava com um aspeto muito colorido. Onde é que eu tinha comprado a minha roupa para ela estar assim.






sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Resumo da obra"O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá",de Jorge Amado

O Tempo prometera a Manhã uma rosa azul se a história que ela lhe contasse fosse boa. Era uma história de amor entre o Gato Malhado e a Andorinha Sinhá.
Gato Malhado era um gato já velho, mal-humorado e muito mau. Um dia, todos os animais do parque fugiram do gato mas uma jovem andorinha permaneceu num galho de uma árvore. Tiveram um pouco a conversar, ou melhor discutir.
Desde ai, o Gato Malhado só pensava na Andorinha Sinhá e vice-versa. Numa manhã ele passeou pelo parque e os seus pés levaram-no até a casa da Andorinha. A partir daí todos os dias se encontravam para passear e conversar. Já no fim do Verão, o Gato disse a Andorinha que até casava com ela, ao qual ela respondeu que andorinhas não se casavam com gatos. Depois disso, a Andorinha andou desaparecida.
Andou pela boca dos animais um boato que a Andorinha namorava com o Gato, e todos criticavam ambos.
Algum tempo mais tarde, já no Outono, o Gato soube que a Andorinha estava de casamento marcado com o Rouxinol, muito amigo dela. Desde então, o Gato Malhado, passou a andar triste e mal-humorado para todos.
Revoltado, o Gato matou alguns dos animais que começaram com os boatos.
Já no Inverno, ocorreu o casamento do Rouxinol com a Andorinha Sinhá. Era tanta a tristeza do Gato Malhado, que ele decidiu caminhar até ao Fim do Mundo. Este viu a Andorinha, pela última vez no casamento, ela também o viu. Na cara dela via-se também tristeza, pois gostara também do Gato, mas fora obrigada a casar com o Rouxinol.
A Andorinha Sinhá deixou cair uma pétala de rosa do seu buquê sobre Gato, a qual ele colocou no peito, parecendo uma gota de sangue.
Quando o gato saiu de lá, a pétala brilhou e encaminhou-o até ao Fim do Mundo.
Assim, a Manhã recebeu a rosa azul do Tempo.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Índice

A. Criativos em prosa da autoria dos meus colegas.
Ontem quando acordei o mundo estava todo de cabeça para baixo

B.Criativos em prosa da autoria da minha autoria.
Bibliografia de jusefino
Carta de amor
Carata postal
A roupa estava toda colorida
A casa mirrou
Eu no meu 2ºciclo
Em 2213
C. Poemas da minha autoria
Fui à caça
D. Informativos

Bibliografia do Colin Firth
Bibliografia de Brad Pitt
Perguntas do filme

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

CARTA DE AMOR

Olá, meu querido apaixonado.
Olha espero que estaja tudo bem contigo, porque eu estou a morrer de saudades suas.
Nem sabes o quanto eu gosto de ti.Neste momentosó me apetecia é estar contigo eu tambem, espero que gostes tanto de mim como eu gosto de ti,se não gostares eu percebo.